domingo, 31 de outubro de 2010

Sentimentos Urgentes

Sim, eu tenho pressa. Não aceito que me digam que devo ter paciência, calma... a vida se encarrega. Não!! A vida não se encarrega. Se eu quero ser feliz, eu quero ser feliz agora.

Se eu desejo ouvir uma voz, o telefone tem que tocar já. Se eu quero um abraço, precisa ser demorado, carinhoso e na hora. Nós deixamos para a última a hora a entrega do formulário do imposto de renda, a tarefa mais chata do trabalho, mas não um abraço.

Se eu quero um beijo apaixonado, tem que ser quando, onde e do jeito que eu quiser. Tudo que se vive acontece no tempo da paixão e não com hora marcada.

Se meu corpo deseja amar enlouquecidamente até de manhã, é o amanhã de hoje e não quando houver tempo. Porque o tempo meu bem, o tempo é implacável. Passa mesmo.

Todos os meus desejos são urgentes. São egoístas, pois não estão à mercê da boa vontade e disponibilidade do outro. Estão em sintonia comigo. E quando o mundo estiver para acabar, eu quero olhar para trás e dizer em alto e bom som: Sim, eu vivi!!

Pessoas tão intensas estão sujeitas à cair do cavalo quando se descobrem paradas no meio do caminho olhando para o relógio. Esperar cansa a beleza e a paciência. Não tenho tantas virtudes assim.

Me irrita a lerdeza do mundo.

A velocidade em que os outros buscam a própria felicidade não é a mesma que a minha. Em contrapartida, existem os que estão enchendo os bolsos de dinheiro e driblam a perda da própria identidade arrancando o relógio do pulso. Julgam que assim não dá para notar que a vida está passando e eles são conseguem pegar um cineminha numa tarde de domingo porque nâo têm tempo. Estes também não ouviram falar em equilíbrio. E adivinhe quem irá mostrar a eles que tudo tem seu preço? O mesmo tempo que eles deixaram para trás.

Não quero ser assim.

Eu quero o equilíbrio da vida sem esperar pelo mais breve possível. Se os desejos não são urgentes, não são desejos e perdem completamente o sentido.

"Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há pra viver
Vamos nos permitir... "
Gentileza
Educação
Amor
Respeito
Equilíbrio

Palavras que podem salvar o mundo! Como? Quando deixarem de ser palavras e tornarem-se ações.

sábado, 30 de outubro de 2010


"E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace..."

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

E a moça de cabelos compridos trás no rosto um sorriso que muito me agrada... Voz gostosa faz onda como as ondas do mar que a cerca... Ela caminha e vai se pondo como o sol que nos deixa todas as tardes para nos presentear com o mistério da noite.... Carioca, torcedora do Flamengo me faz achar que bixcoito é frase de amor... Acho graça...

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Guarda as palavras que partem de mim envoltas em sofisticação e delicadeza. Inspiradas por cada encontro com teu ser, mesmo sem ser. E enquanto te amo sinto que o poeta não tinha razão, pois sim as rosas falam... Contam que não é mais possível saber se tudo está mais bonito porque é primavera ou se é porque tanto amo esse sorriso.

Tua presença é como criança bricando na areia. Você é saudade que mesmo presente, permanece em mim. Me dói o corpo todo pensar que talvez não sinta a mesma poesia, mas se posso te seduzir com as palavras, permita-me lhe explicar num fim de tarde na praia, ao som do mar, como me apaixonei por cada pedacinho de você.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O segredo do sucesso

Para o verdadeiro sucesso, pergunte a si mesmo 4 questões:

Por que?
Por que não?
Por que não eu?
Por que não agora?
(James Allen)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Sabe o meu olhar? Você já reparou como ele te busca?
Cuida de guardá-lo com carinho,
pois duvido que encontre mais poesia vinda de outros olhos,
....senão, os meus....

Te peço apenas uma coisa... feche os olhos por um instante....... Sentiu o arrepio? Fui eu, te provocando em pensamento....... Agora, sinta-me entre os versos da sua música preferida. Abra os olhos e repara só como é possível me ver ali... é... exatamente ali onde o seu olhar se encontrar, em meio a multidão.... é possível até tocar....Não duvide, é real... eu estou exatamente onde você estiver.....

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Com o passar do tempo passamos a agir com mais cautela diante das adversidades. Vamos nos tornando mais pacientes e flexíveis com determinadas coisas e absolutamente intolerante com outras. Geralmente não toleramos mais tudo aquilo que não seja em prol da nossa felicidade. Quanto mais o tempo passa, mais você precisa dele. Mais você entende o quanto vale perder cada segundo com qualquer coisa que não valha a pena.

Isto não significa que as decisões passem a ser sábias e certeiras, mas explica porque fazemos tudo de um jeito muito melhor.

Agora, tem algo que não muda.... por mais maduros, experientes, pacientes e amáveis que sejamos, é sempre uma arte tentar entender as atitudes do ser humano. Definitivamente eu gostaria de entender porque as pessoas são assim...

E quanto mais você se propõe a não perder a fé na humanidade, a manter um bom coração acima de tudo, mais você corre um grande risco de molhar a face com as lágrimas de um sentimento que aperta o coração e te faz repensar até que ponto vale a pena tanta bondade. Eis que tal sentimento chama-se... decepção.

Não há inteligência emocional, intelectual, tempo, alegria que dê jeito. É uma sensação que te derruba, te faz sentir um tolo. E nessa hora, é preciso arranjar forças para encerrar a etapa e retirar de dentro de você o ser causador de alegrias e tristezas. E assim, alguém que não importa como, fez parte da sua história, passa a ser uma lembrança.

Lembranças podem se apagar com o tempo e com o vento.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Naquele momento da conversa, me olhou tão profundamente que a verdade deixou de ser íntima para se tonar paupável. O jeito como segurou minhas mãos me fizeram entender que eu também queria ficar. O beijo que não aconteceu selou o que estava escondido no silêncio do segredo que não se deve revelar nem a si mesmo.

Palavras que confundiram meus sentidos e me fizeram querer o que não se pode querer. Um não que é sim. O sim que só nós entendemos. O sim que ficou no ar e por brincadeira virou talvez....O talvez que talvez não venha a ser. Um minuto de desejo guardado na malícia não proposital dos muitos sorrisos... e no encontro absolutamente proposital dos olhos nos olhos.

domingo, 17 de outubro de 2010

O QUERER é a força mais poderosa que existe dentro de nós. É a força capaz de criar oportunidade onde não existe e tornar o impossível um mero obstáculo. Uma força que alimenta as atitudes, que move o Universo e modifica até o destino.

domingo, 10 de outubro de 2010

A minha loucura é tão normal, tão natural que consiste em ser eu mesma em todos os segundos do meu tempo... Todos os meu dias têm sido belas tardes de verão, todas as minhas visões tem sido do mar e eu aprendi que voar é fácil demais. Todas as minhas sensações são mais quentes e vibrantes do que o próprio Sol. E eu, sim... entrego todos os meus sorrisos ao Universo e que ele me devolva em dobro esta alegria de viver.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Nada como um dia após o outro, nada como o tempo para responder às perguntas, nada como enxergar além do óbvio. Nada como saber a hora exata de seguir ou recuar. Nada como a liberdade de escolhas, nada como saber até onde insistir, nada como ter paciência para entender que não é como a gente quer. Nada como reconhecer onde há verdade e onde tentam mascará-la. Nada como reconhecer o próprio valor. Nada como saber que existem coisas na vida que não se exigem, ou as pessoas te dão ou você está colocando a sua intensidade onde não existe nada. Nada como dizer sim ou não na hora certa. Nada como reconhecer amigos de verdade. Nada como reconhecer o amor. Nada como se desobrigar do que te impuseram. Nada como saber que você merece mais e o melhor. Nada como ser livre... e poder voar

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Eu me entrego, eu vivo o que me agrada. Eu arrisco, não fico na dúvida. Eu acordo, sinto que acabou a graça da piada, sinto que tudo mudou sem o meu consentimento. Eu me renovo e o ciclo se repete...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

‎"Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental." (Charles Chaplin)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Não acho justa a ausência. Não me sinto confortável com o não poder. Não sei sentir no silêncio absoluto. Não sei não sentir saudade. Finjo que desconheço o óbvio e insconscientemente espero pelo que está deveras longe de ser. Desculpe se sou estranha a ponto de ser intensa. Não mais escreverei a minha falta de juízo. Exijo que antes de partir de mim, me devolva a sensatez.........

domingo, 5 de setembro de 2010

Quem sabe o tamanho do valor que tem, não consegue mais aceitar menos do que merece. Quem conhece o prazer da reciprocidade não consegue gostar sozinho. Quem quer muito mais da vida, não aceita mais o morno. Chega o dia em que é tudo ou nada, menos o tal meio-termo.

A culpa é do céu

Dias frios e cinzentos sempre me causaram uma estranha sensação de carência e nesta tarde, encontro em pequenos prazeres a droga que preciso para acalmar meus anseios.

Fecho os olhos e canto para amores que não existem, danço para me sentir mais leve e mais protegida pelas mãos de quem conduz, escrevo para externar sentimentos confusos e contraditórios, leio para afastar a solidão que se aboletou em meu sofá sem a menor cerimônia.

Minhas mãos passeiam pelo braço de um violão, os dedos tocam as cordas com precisão e os sons saem claros, bonitos e passeiam pela sala fazendo ecoar dentro do meu ser sensações que são traduzidas em lágrimas. Lágrimas que não são sinônimos de tristeza, mas de libertação daquilo que sufoca.

Deixo a imaginação me dominar fazendo poesias que me levem para onde eu gostaria de estar realmente.

Saio e dirijo pela cidade completamente sem rumo. Ruas vazias, avenidas sem fim, uma música de fundo e pensamentos tentando encontrar alguma resposta.

E cada pequeno prazer se faz necessário para anestesiar os efeitos de um dia nublado.

Ela, a realidade!!

Depois de passar algum tempo tomando doses homeopáticas de uma certa ingenuidade, ontem me embriaguei de realidade e lucidez. Foi quase uma overdose. E em meio à confusão causada por este estado alterado, toquei-lhe o rosto e ela, a realidade, permitiu que sua máscara fosse retirada e se mostrou como realmente é.

Levei um susto na hora. Ela não é bonita, muito menos simpática. Ela até nos causa uma certa náusea. Sua palidez incomoda.

Num primeiro instante a vontade era de sair correndo, mas depois de alguns toques leves, perdi o medo e a encarei. Prometi naquele momento só nosso que a partir de agora, caminharemos juntas. Prometi que irei reconhecê-la em qualquer cisrcusntância, mesmo que me custe uma felicidade momentânea, mesmo que ela viva se escondendo atrás das necessidades de cada ser.

Foi o melhor porre da minha vida, sem dúvida. E quando amanheceu, ainda com sintomas de ressaca, descobri outra sensação que aquele louco momento de lucidez me trouxe: A esperança de encontrar aquilo que realmente existe e não aquilo que eu acho que existe, mas não posso ver e nem tocar.

sábado, 28 de agosto de 2010

Olhos nos olhos

Dizer que a vida anda corrida é real. Mesmo assim, dedicar pequenas porções do seu precioso tempo para lembrar a alguém o quanto ele é especial, é encantador.
Dizer a um amigo que estamos do seu lado é bom, mas perfeito seria um abraço.
Ligar para dizer que está com saudade é perfeito, mas olhar nos olhos supera as expectativas.
Achar que encontrou alguém para dividir seus sonhos supera as expectativas. Descobrir que este alguém te aceita apesar dos seus defeitos, é a certeza de que existe verdade nisto tudo.
E quando descobrimos que existe verdade nisto tudo podemos guardar as perguntas para outra ocasião.

Os olhos nos olhos não mentem.

O corpo pode até fingir, a alma não. As palavras podem se perder, os gestos não. O barulho confunde, mas o silêncio responde.
A vida real se esconde nas entrelinhas, na subjetividade de cada ser.
Eu preciso de olhos nos olhos e daqueles que se fazem presentes mesmo na ausência.